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Colaboradores Sexo Que o sexo trás benefícios para o
corpo e a mente uma boa parte do mundo já sabe. Porém, o sexo é também um dos
poucos exercícios que até mesmo os mais sedentários acabam gostando de fazer.
Pode ser praticado de várias formas, mas na grande maioria das vezes é feito
entre um homem e uma mulher (não necessariamente nesta ordem), geralmente em
cima de uma cama ou em outros locais menos convencionais, tais como: o banco
de um carro, dentro de uma barraca de camping, no sofá da sala. Etc. Poderíamos
comparar o ato sexual com os exercícios de uma academia, onde os amantes se
revezariam entre si exercendo funções similares as dos aparelhos de
ginástica. O aquecimento nessa hora “H” é sempre muito bem-vindo, mas alguns
enamorados mais afoitos vão logo para as práticas que exigem um maior
desempenho físico. Outros preferem iniciar com uma ducha relaxante, brincando
de derrubar o sabonete no chão (servindo de pré-aquecimento para um
convidativo primeiro tempo). Ao
término da primeira série de “atividades corporais interativas”, alguns se
dão por satisfeitos voltando à rotina de suas vidas. Quem sabe ler um bom
livro, ou mesmo procurar na geladeira algo para repor as energias. Outros,
porém, ainda sentem a paixão queimando em seus corpos. Eles levantam-se aos
beijos, em total clima de lua-de-mel, rumando para mais um delicioso banho.
Lá chegando, novamente brincam de derrubar o sabonete. No entanto, desta vez
não ficam tanto tempo nesse tipo de preliminar, retornando uma vez mais para
seu ninho de amor. Partindo para uma nova série de “exercícios”. Usam e
abusam de sua criatividade para não deixar a seqüência muito repetitiva, ainda
que fiquem repetindo os movimentos das novas atividades até consumarem o ato,
terminando enfim aquela outra etapa. Para
muitos o encerramento das atividades físicas nesta segunda rodada é motivo de
total satisfação, deitando-se para um descanso merecido ou quem sabe até
ficar cantarolando uma bela canção. Mas existe um grupo que não se dá tão
facilmente por vencido, reunindo forças para um novo recomeço. Os dois
saem da cama de mãos dadas em direção ao velho e conhecido banheiro. Ainda
utilizam o sabonete, mas desta vez não sentem vontade de derrubá-lo. Voltam
para cama se empenhando em várias tentativas de aquecimento, em alguns casos
desistem e vão dormir, em outras conseguem com muito esforço, paciência e
imaginação, executar mais uma seqüência, muitas vezes necessitando reiniciar
o aquecimento, visando recuperar o ânimo que este tipo de atividade exige. A partir
do fim deste ultimo roteiro sexual, a imensa maioria cai exausta na cama. O
corpo todo amolecido e esgotado. Os olhos cansados fecham-se para dormir o
sono dos anjos. Porém, existem alguns poucos e insaciáveis seres, que querem
continuar. Estas criaturas, que em muitos casos são movidas por
“anabolizantes afrodisíacos”, arrastam seus corpos suados e fatigados rumo ao
banheiro. Lá chegando, utilizam a toalha molhada (amontoada em um canto
qualquer), para amenizar o que somente uma ducha poderia realizar. Eles nem
sequer olham para o sabonete. Voltam como zumbis para a cama, cheios de
olheiras e cãibras, sem saber direito se querem continuar com aquilo. E assim
acontece sucessivamente até que alguém desmaie, ou desista fugindo pela
janela. Enfim, a
atividade sexual é um ato de dar e receber prazer (entendam esta frase da
forma que quiserem). Onde o mais importante é curtir e ser feliz. * |
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